Ads 468x60px

Chapter #086 - Need For Speed


Capítulo 86 da saga Mario Verde e o game de hoje é um clássico que deu introdução a uma super série que é muito famosa até hoje, falaremos sobre o primeiro Need For Speed! Lançado com o nome de Road & Track Presents: The Need For Speed, tem esse nome por ter sido produzido pela Electronic Arts em parceria com uma revista especializada em automotores chamada Road & Track no ano de 1994, a jogabilidade e seus gráficos eram revolucionários, e a trilha sonora marcante até os dias de hoje.


Foi um dos primeiros games da geração 32bits, praticamente revolucionando a forma de se jogar games de corrida, por se tratar de um jogo de corrida, ele não conta com uma história propriamente dita então, a temática era super modesta, você escolhe um dos carros disponíveis e enfrenta outros pilotos nas pistas presentes no game.

Já estava presente no game uma das principais características da série, que é a presença de marcas famosas como Ferrari, Porsche e Lamborghini, dentre outras marcas famosas com seus carros luxuosos. O game também já contava com perseguições policiais e tráfego de civis pelas pistas urbanas além de algo interessantíssimo que era a destruição de placas de transito e outras partes do cenário.

Falando em cenário, os gráficos eram lindos demais, a Eletronic Arts havia colocado um capricho tremendo nos detalhes, as paisagens eram lindas e os detalhes dos carros praticamente perfeitos, e os super carros do jogo ainda davam um gostinho a mais na hora dos pegas.


Na hora das corridas também era possível escolher o ângulo da câmera, coisa adotada por praticamente todos os jogos de corrida que vieram depois. A jogabilidade também impressionava, era bem comum você perder o controle do carro ao passar pela grama ou qualquer lugar que não fosse o asfalto. As corridas eram mais ou menos assim, você brigava pela vitória contra outros pilotos, fugia da polícia e ainda tinha que desviar dos civis, o combo desses 3 atributos era uma novidade que foi muito bem aceita pelo público, era quase como um Road Rash de carros esportivos.

Os efeitos sonoros de Road & Track Presents: The Need For Speed eram espetaculares, ronco dos motores, carros vindo da outra direção, túneis, grama, tudo caprichosamente perfeito, as músicas presentes nos menus do game também eram excelente, durante as corridas só se ouvia os sons do ambiente além dos foderosos roncos dos motores.

A game também tinha alguns modos, como o Tournament, aonde você jogava uma espécie de campeonato em várias pistas, o modo Time Trial servia apenas para treinar e conhecer as pistas, além claro de tentar quebrar seus recordes pessoais, e por fim o modo single race, que não precisa de explicação.


Esse game também era um excelente simulador, com o auxílio da revista Road & Track e através de vários testes o comportamento dos carros reais fossem apresentados no game, desde o desempenho até mesmo a troca de marchas, por ser um jogo bastante focado no realismo apesar de antigo ainda é considerado como um dos melhores da série, pois o enfoque de simulação foi sendo deixado pra trás e agora a série apresenta apenas games estilo mais arcade, de vez em quando eles nos surpreendem e lançam um jogo mais simulador, mas é raro.

O game também contava com uma apresentação fantástica, com vídeos, fotos e comentários sobre os veículos presentes no jogo. Pra finalizar, The Need For Speed é pai de uma das maiores franquias do mundo dos games, é um dos melhores jogos de corrida de todos os tempos, com carros fodas e cenários belíssimos e a jogabilidade refinada, um jogo onde a velocidade e a emoção estão presentes de início a fim.

Confira agora o gameplay desse clássico:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 86 da saga Mario Verde, falamos sobre Road & Track Presents: The Need For Speed de Playstation! Até mais!

Chapter #085 - Tom and Jerry


Capítulo 85 da saga Mario Verde e o jogo de hoje é meio infantil, porém bastante nostálgico, estou falando de Tom and Jerry! Lançado em 1993 para Super Nintendo, game com uma jogabilidade mediana, trilhas sonoras medianas e gráficos medianos, olhando assim é um jogo bem mediocre, então porque falar dele? Óbvio, quem aqui nunca assistia Tom and Jerry quando criança, na época esse game era super divertido simplesmente por este fato, mas o jogo também não é uma desgraça, possui seus pontos fortes também.


A história do game é bem simples, Jerry passa por uma espécie de filme, aonde em cada cena você jogaria em uma fase, o que não faz muito sentido se parar pra analisar, mas tudo bem, são poucas as fases presentes no game, fases como cinema, dentro de uma filmadora, em uma construção, em um prédio, entre outras, o game seria bem curto se não fosse tão difícil! Mas ele é difícil não por ter um bom desafio, mas sim pela jogabilidade ser bem ruinzinha, isso deixa o game mais difícil. Durante algumas partes do jogo, você enfrenta o gato Tom, que vai desafiá-lo das mais inusitadas maneiras possíveis, operando máquinas pesadas entre outras coisas.

No game você joga com Jerry, o ratinho bem conhecido da galera, porém o game também conta com o modo multiplayer, aonde o player 2 controla Nibbles, o sobrinho de Jerry, a maior característica dele é por ele ainda usar fraldas!

No jogo você enfrenta todo tipo de inimigos, desde baratas, mosquitos, até mesmo aliens e Frankensteins,  você recolhe umas bolinhas verdes durante o jogo, que eu não tenho certeza do que realmente são, mas pra mim sempre achei que era veneno de rato hahaha, então você recolhe essas bolinhas e as utiliza como armas, Jerry então arremessa as bolinhas contra seus inimigos. Outra coisa presente no jogo são os queijos, que servem como qualquer jogo de plataforma, ao arrecadar 100 queijinhos você ganha uma vida.


A jogabilidade é bem fraquinha, os personagens não andam muito rápido e não tem um botão pra correr, o que pode ser um saco, tem o botão de pular, e os outros botões servem pra arremessar as bolinhas verdes, ou seja, os comandos são bem simples, mas devido ao fato dos ratinhos serem bem lentos, você pode ter alguns problemas na hora de passar pelos inimigos, principalmente se você estiver sem as suas bolinhas verdes e precisar desviar deles.

A parte gráfica do jogo é boa, bem interessante os detalhes nos objetos e personagens, seria tudo muito bonito se os produtores não tivessem escolhido cores extremamente brilhantes, chega a doer os olhos em algumas partes do jogo, da a impressão que o jogo foi pintado no Paint hahaha.

A parte sonora do jogo é bem irritante, efeitos sonoros bem fracos, algumas vezes soam como você arranhando o quadro da escola com suas unhas... as músicas até que são boas, animadinhas, porém nada espetacular.


Para crianças, ou aqueles viciados em games de plataforma, Tom and Jerry pode ser uma boa escolha, o game tem alguns desafios específicos, porém o game é muito repetitivo e acaba sendo enjoativo depois de algum tempo de jogo, mas até que da pra passar algumas horinhas lá brincando.

O jogo em si, demora na faixa de 1 hora pra ser zerado, e não tem muito fator de replay, ou seja, se você conseguir fechar o game, provavelmente não terá vontade de jogar novamente. Resumindo, Tom and Jerry é um bom game para crianças e iniciantes, mas se você gosta de emoções e bons desafios, então se afaste dessa bomba hahahaha.

Eu levei sorte, ou azar, que este game veio em uma daquelas fitas especiais com muitos games, senão provavelmente eu nunca teria conhecido o game. Confesso que não tive paciência pra chegar até o final do jogo.

Confira agora o gameplay do jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 85 da saga Mario Verde, falamos sobre Tom and Jerry de Super Nintendo! Até mais!

Chapter #084 - Super Turrican


Capítulo  84 da saga Mario Verde e o game de hoje é Super Turrican, lançado em 1993 para Super Nintendo, um game que lembra um pouco com Metroid e até mesmo com Contra, gráficos bem trabalhados, uma história meio futurística, a jogabilidade muito boa, além das trilhas sonoras que combinam bem com o tema, foi um excelente game porém não muito divulgado, então são poucos os que chegaram a jogar Super Turrican.



A história é bastante simples, em um planeta habitado por alienígenas malvados, alguns inocentes enviam um pedido de socorro, então você é enviado para aquele planeta para ajudar aquele povo, você recebe uma armadura Super Turrican e parte para o planeta.

Muitas pessoas criticam o game por a primeira vista se parecer com uma cópia de Contra/Metroid, mas não é bem assim, Super Turrican é único, o game conta com uma exclusiva característica de exploração, você não vai simplesmente em linha reta como qualquer jogo de plataforma, você tem a opção de escolher vários caminhos, e cada caminho com suas próprias dificuldades e itens. Os chefes do game tem padrões únicos, além de uma boa variedade de inimigos espalhados pelas fases, podendo lhe manter entretido por um bom tempo.

Apesar do game apresentar apenas o modo single player, há de fato muitas coisas a se fazer no jogo, você ganha pontos por encontrar diamantes, além de recolher power-ups para turbinar suas armas, seu personagem tem movimentos característicos, e sua arma pode conter diversos tipos de tiros, dependendo dos itens que você recolher pelas fases, Turrican é capaz até mesmo de sair girando soltando granada pelo percurso, uma jogada bem útil em certas partes do jogo, além disso é possível congelar os inimigos dependendo dos itens que você pegou, o único aspecto em questão de jogabilidade é que o game pode se tornar meio repetitivo.


Super Turrican possui um dos mais belos gráficos da geração, sprites dos personagens são sensacionais, e os gráficos das fases são impressionantes, foram desenhados com muito capricho, uma verdadeira obra de arte, coisa rara de se ver em games da época. A roupa do Super Turrican é cheia de detalhes, com azuis e vermelhos predominantes, mas claramente da pra ver os efeitos de luzes que foram utilizados na armadura, com os inimigos ocorre a mesma coisa. As animações dos tiros, dependendo dos upgrades recolhidos, também são muito bonitas com cores bem escolhidas, realmente o departamento gráfico da Seika mandou muito bem na produção desse game.

O som são bem decentes, em certos momentos até se parecem reais, cada arma tem seus sons únicos que combinam bem com a velocidade dos tiros e outras coisas mais, os efeitos sonoros em sí não são muito inovadores, porém as músicas, essas sim são umas das características mais emocionantes do jogo, as músicas que começam animadas vão tomando tons cínicos e melancólicos de acordo com o que está ocorrendo no jogo, coisa simplesmente fantástica pra época.

Quanto a dificuldade, esse é um ponto fraco do game, são apenas 12 fases e não são muito complicadas, tem pessoas que conseguem zerar Super Turrican bem rápido mesmo sem muito treino, isso leva-se em conta também pelo protagonista ser muito forte e resistente, e tiros praticamente infinitos ajudam bastante a deixar o jogo fácil, pra quem procura por bastante desafios, com certeza essa não é uma boa escolha, mas pra quem busca um jogo mais pra diversão, Super Turrican é um prato cheio.


Para um game de plataforma, Super Turrican oferece uma profundidade suficiente para dar ao jogador abundantes momentos de diversão, particularmente achei o jogo muito divertido, existem vários obstáculos que você deve prestar atenção, além de que é divertido estourar os miolos dos aliens malvados que estão tentando dominar um planeta inocente.

O problema é que por ser um jogo curto, após zerá-lo uma vez, não vai ter muito o que fazer caso queira jogar uma segunda vez, o jogo vai ser basicamente uma repetição, única coisa seria se você terminar o game no modo fácil, e quiser testar no difícil, mas só isso também.

Minhas considerações finais para Super Turrican são que apesar da baixa dificuldade do jogo, e por ele ser relativamente curto, o game deveria ter sido bem mais conhecido do que realmente foi, belos gráficos, belas músicas, além da jogabilidade bem divertida, o game foi muito subestimado pelos gamers, você que é fã de Super Nintendo tem a obrigação de conhecer este jogo.


Agora confira o gameplay dessa obra de arte:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 84 da saga Mario Verde, falamos sobre Super Turrican de Super Nintendo! Até mais!

Chapter #083 - International Superstar Soccer 2


Chegamos a mais um capítulo da saga Mario Verde, capítulo este de número 83, o game de hoje é sequência do tão aclamado ISS, é claro que estamos falando de International Superstar Soccer 2, mais conhecido como Deluxe! Lançado pela Konami no mesmo ano de seu antecessor, 1995, trouxe algumas melhorias e uma certa recalibrada nos times, visando maior popularidade pelo mundo todo. Os gráficos e a jogabilidade eram semelhantes ao do anterior, a trilha sonora se encaixando perfeitamente e o melhor, a diversão ficou ainda maior!


As seleções basicamente mantiveram suas escalações em relação ao game anterior, com algumas pequenas modificações somente para atualizar o jogo, as variedades de opções de jogo disponíveis eram uma verdadeira revolução na época, era possível além de jogar amistosos, enfrentar as demais seleções em copas, ligas e até mesmo disputa de pênaltis. O clássico modo Scenários também estava presente, necessitando finalizar as 'missões' para zerar esse modo.

A jogabilidade manteve-se incrível e suas modificações foram bem recebidas pelo público, como por exemplo agora era possível pegar a bola em campo e começar a fazer embaixadinhas... não que seja algo útil, mas era maneiro pra tirar sarro de um amigo. Outra novidade era que agora era possível chutar enquanto corrida, onde o jogador dava uma espécie de carrinho, e chutava a bola enquanto estava deitado no chão, e sim, os chutes eram bem fortes, dava pra fazer gols até lá do meio campo.

Os goleiros ainda eram fodões e catavam quase todo tipo de chute, embora eles estivessem mais ruins em relação ao game antecessor, dentre os jogadores ainda tinham os caras que desequilibravam as partidas, como por exemplo Murilo (Valderrama), Galfano (Roberto Baggio), Koppers (Van Basten), Wijk (Gullit), Redondo (Maradona), e é claro, o mestre das artes marciais do futebol, Allejo (Bebeto). Esses e mais alguns são os caras que faziam toda a diferença no jogo, simplesmente era muito fácil fazer gols com eles, especialmente Allejo.


Os gráficos continuaram lindos, gramados lindos, a torcida era bem mais bonita do que nas versões de Playstation One, os jogadores cheios de detalhes, cores ricas com sombreamentos, um verdadeiro espetáculo, as animações tanto na hora do jogo, quanto nas comemorações eram perfeitas, pareciam reais pra época. O único problema com os gráficos era que os jogadores simplesmente não tinham rostos, porém como a câmera é meio de longe, isso ficava quase que imperceptível na hora do jogo, a única maneira de diferenciá-los além dos nomes e números é claro, era pela cor da pele ou cor do cabelo, alguns específicos ainda tinham cortes de cabelo diferenciados, o que deixava eles bem fáceis de serem reconhecidos, como por exemplo Galfano com seu rabo de cavalo, ou Murillo com seu black power loiro.

Quanto ao som, também tudo muito perfeito, os efeitos dos chutes, gritos da torcida, todo o ambiente sonoro dava um algo a mais para o gamer na hora das partidas, as músicas dos menus também eram simplesmente fantásticas, nunca vi nada combinar mais com futebol do que aquelas músicas, coisa bem diferente do que ocorre com games mais atuais. O locutor também desempenhava muito bem seu papel, narrações impecáveis e o grito de Gol era sensacional!

O fator replay do jogo é o que mais é impressionante, com certeza se você jogar uma vez vai ter vontade de jogar outra, e outra e mais outra de tão bom que é esse jogo, apesar dos nomes dos jogadores não serem licenciados, esses nomes fictícios ficam em nossa cabeça e acho que pegou mais do que se fosse o nome real mesmo, quem diria que Bebeto seria o jogador mais fodão? Pra isso serve a ficção, criar jogadores até então inexistentes e então surgir um mito.


International Superstar Soccer Deluxe ainda contava com um macete bizarro, aonde após fazer uma combinação de botões o arbitro se transformava em um cachorro! Isso mesmo, o arbitro cachorro acompanhava as jogadas e ainda apitava as faltas, sensacional! O game ainda tinha outros macetes bizarros, como marcar infinitos gols, e até mesmo defender pênaltis no replay de um gol que você tomou gol!

Devida a alta fama que o game adquiriu, os hacker entraram em cena e criaram as milhares de versões deste game que você já viu por aí, essas versões hackeadas ainda tornaram-se mais populares do que a versão original, e as principais que eu me lembro eram o Campeonato Brasileiro 96 e o Ronaldinho Soccer 98, versões fantásticas pois traziam pela primeira vez clubes nacionais e jogadores com nomes reais! Quem não queria jogar com Ronaldo e companhia? Além dos clubes nacionais ainda alguns clubes internacionais famosos também estavam presentes. Além de tudo isso os games ainda contavam com algumas seleções brasileiras clássicas, se não me engano duas clássicas e uma atual da época.

Mas o mais marcante dessas versões hackeadas sem dúvida era o narrador espanhol, que também foi adotado nas versões brasileiras do jogo, seus jargões como 'Fuerte Bomba', 'Cabeçada', 'Cartón vermejo, expulsión', eram fantásticos, quem aí que não conhece esse jogo e nunca teve um amigo que gritou 'Fuerte Bomba' durante uma partida de futebol da vida real?


Além de tudo isso o game ainda contava com a personalização de uniformes, dava tranquilamente pra você editar a cor dos uniformes dos times, deixando mais condizente com a realidade, ou não, depende mesmo do gosto de cada um, mas sem dúvidas esse foi um dos games mais incríveis, se não o mais incrível game de futebol da geração, não me lembro de ter nenhum pra bater a série International Superstar Soccer de peito, nem mesmo o Fifa, que já estava engatinhando mas ainda era um lixo se comparado ao ISS.

Mas é isso aí, confira agora o gameplay do jogo:


Confira também o gameplay de um dos hacks para ver a narração espanhola:


Confira também um vídeo bizarro que reúne os principais macetes do jogo em uma unica partida com jogadas sensacionais:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 83 da saga Mario Verde, falamos sobre International Superstar Soccer Deluxe de Super Nintendo! Até mais!

Chapter #082 - Resident Evil 3


Capítulo 82 da saga Mario Verde e hoje falaremos sobre o terceiro jogo da série, Resident Evil 3, lançado em 1999 pela Capcom para Playstation, considerado por muitos como o melhor Resident Evil de todos os tempos, e não é só papo furado não, o game é realmente fantástico! O game segue a tradição dos seus antecessores, o clima tenso e sombrio são semelhantes ao de RE2, é notável uma evolução gráfica com aspectos mais realistas e bem detalhados, a jogabilidade é semelhante ao 2, porém com leves modificações, as trilhas sonoras estão fantásticas e aterrorizantes como de costume, e a grande novidade são as várias tomadas de decisões que o jogador terá durante o game, pois dependendo das suas escolhas, o jogador terá certas consequências diferentes.


A história do jogo se passa antes e depois dos acontecimentos de Resident Evil 2, o game marca o retorno de Jill Valentine como protagonista, ex-membro dos S.T.A.R.S., abandonou o time após os incidentes ocorridos na mansão Spencer, apresentados em Resident Evil 1, já sabendo do perigo que ronda por toda a cidade, Jill precisa dar um jeito de escapar de Raccoon City, o problema é que uma bio-arma fodástica construída pela Umbrella foi solta na cidade programada para detonar com todos os membros do S.T.A.R.S. independente de quem precisasse passar por cima, essa bio-arma ficou conhecida como Nemesis.

Nemesis com certeza vai lhe causar grandes sustos durante a partida, um 'cara' gigante vestindo um sobretudo de couro, com a cara assustadora e carregando uma bazuca, é pra meter medo em qualquer um! Ele pode te atacar de várias maneiras, com socos e chutes, e também pode perfurar seu corpo com apenas um golpe, além claro, da bazuca que ele carrega pra todos os lados. Nemesis não é alguém que vai correr atrás de você durante todo o game, mas com certeza aparecerá em momentos inesperados gritando 'STAAAARSSS' e a única coisa a fazer será gritar 'fodeu'.

No game também aparecem alguns mercenários da Umbrella que mudam a história do jogo, dentre eles Jill acaba conhecendo Carlos Oliveira, que torna-se um importante aliado no jogo, e em determinada parte do game é necessário jogar com ele enquanto Jill está apagada, seria mais ou menos nesse instante que Jill dorme que ocorreriam os eventos de Resident Evil 2, e após isso retornando para Jill para o final dos eventos de Resident Evil 3.


O realismo e a precisão dos efeitos sonoros são surpreendentes, muitas vezes você pode ouvir os gemidos dos zumbis andando pelas ruas com seus sapatos raspando pelo chão, o pesado silêncio as vezes é quebrado pelo vento, ou explosões distantes, ou até mesmo zumbis, cachorros e outros inimigos presentes no game. Os sons das armas são excelentes e bem realistas, porém os sons de Nemesis... esses sim dão um medo do cacete e nos deixam até depressivos rsrsrsrs. A trilha sonora do jogo ficou fodástica, músicas que variam de suspense a músicas de perseguição, dão um ponto bem positivo ao game.

A parte gráfica do jogo está perfeita, as câmeras paradas dão mais realismo aos cenários tridimensionais, deixando o clima mais tenso e cheio de suspense, a grande jogada dessas câmeras imóveis são o fato de você não ter uma visão de tudo o que está ocorrendo, aí sim, podendo surgir monstros do nada e tomar um mini ataque cardíaco quase todo o tempo do jogo. Os gráficos mostram uma representação perfeita de uma cidade tomada pelo desespero e pelo caos, as ruas estão cheias de lixo, sangue, carros destruídos, os prédios estão danificados, além das várias barricadas policiais que também ficaram destruídas. Vários corpos estão espalhados pelo chão, além de um fato curioso, existem alguns Deloreans destruídos espalhados pelos cenários de Raccoon City!


A jogabilidade de Resident Evil 3, por ser um game de survival horror é muito boa, os zumbis são abundantes e é bem grande a variedade de armas que pode-se obter durante o game. Algumas novidades foram implementadas no jogo, como poder esquivar-se de ataques inimigos, o game conta também com uma mira automática, que ajuda bastante quando a tela está rodeada de inimigos. Outra novidade é a enorme quantidade de pólvora que você encontra pelo jogo, e fazendo misturas com elas, você obtém balas para todos os tipos de armas presentes no jogo.

Os níveis de dificuldade do jogo é que podem ser um pouco frustrante para iniciantes, o jogo conta com o modo fácil, que é relativamente fácil, e com o modo difícil, que é foda pra cacete, mas é aconselhado a jogar no difícil mesmo, apesar da alta dificuldade a diversão e os altos sustos são garantidos.

Outro fator interessante é o mini game The Mercenaries, que consiste em salvar pessoas perdidas pela cidade, e detonar o maior número de zumbis em um curto período de tempo, é um modo que não está relacionado com a história do jogo, portanto é só para diversão, nesse modo você pode controlar também os mercenários da Umbrella que você acaba conhecendo durante o jogo, além disso nesse modo a zoera não tem limites, é possível dar de cara com 2, ou 3 Nemesis ao mesmo tempo, algo certamente macabro. The Mercenaries tornou-se um mini game tão espetacular que a partir daí, todos os games de Resident Evil passaram a aderir esse modo, além de um jogo exclusivo que foi lançado recentemente que é só The Mercenaries, sem qualquer história no game.


Depois de ter jogado uma vez, você se vê obrigado a jogar novamente, o jogo lhe oferece novos trajes e armas secretas, além de você querer escolher as outras opções na hora das tomadas de decisões pra ver no que vai dar. Tenho que confessar que foi esse jogo que fez eu virar fã da série, amo Resident Evil!

Confira agora o gameplay do jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 82 da saga Mario Verde, falamos sobre Resident Evil 3 de Playstation! Até mais!

Chapter #081 - Sonic the Hedgehog 2


Mais uma semana começando, capítulo 81 da saga Mario Verde e hoje falaremos sobre o segundo game da franquia do mascote da Sega o ouriço azul, Sonic the Hedgehog 2! Lançado em 1992 para Mega Drive, seguia as mesmas tendências do jogo original, com gráficos melhorados, uma jogabilidade um pouco melhor e uma trilha sonora fodástica como sempre, além da novidade da inclusão de um segundo personagem, Tails, uma raposa de duas caudas.


A trama do jogo não é tão profunda e perplexa quanto alguns outros games, é bem simples, mas também bem envolvente, Sonic deve resgatar os animais que estão presos dentro de robôs criados por Robotnik, o vilão está construindo uma nave espacial para servir como reduto nas suas operações, então Sonic deve viajar pra lá para derrotá-lo, não existe mais nada que explique bem o enredo do game, mas tudo bem, a diversão é mesmo o que importa.

A jogabilidade é clássica, mantém a arte de correr e saltar, as fases são bem distribuídas com várias retas e loops com espaços suficientes para Sonic dar uma boa acelerada, são sempre duas zonas para cada fase, aonde a primeira é mais fácil, pra você se acostumar com o ambiente em si, já a segunda é bem mais complicadinha, mas nada impossível. O game também conta com vários chefes, de dificuldades de fácil a difícil. Esse é um jogo aonde você faz uma escolha importante, ou joga lentamente e explora as fases coletando todos os itens, ou vai correndo na louca aproveitando as decidas e loops, é uma escolha bem difícil hahahahaha.

Os controles são os mais simples possíveis, tem botões que fazem Sonic pular, e ao andar, ele já corre automaticamente, no geral a jogabilidade de Sonic the Hedgehog 2 é viciante e apenas pura diversão, com certeza o gamer terá quantidades infinitas de diversão com o game.


A grande novidade aqui é o novo personagem a raposa Miles Prower, mais conhecido como Tails, o novo ajudante de Sonic usará todo o poder de suas caudas para voar e correr atrás de seu herói Sonic, Tails aperfeiçoou o avião de Sonic, que ajudou os dois a chegarem na base espacial do Robotnik.

No jogo normal, você tem três opções de jogo, a primeira você controla Sonic e é seguido por Tails, Tails pode ser controlado pelo player 2 ou pelo computador, as outras opções são jogar somente com Sonic ou somente com Tails, aí vai do gosto de cada um, mas em geral é mais divertido jogar com Sonic e Tails juntos.

O game conta também com um modo versus, aonde o player 1 controla Sonic e o player 2 controla Tails, em uma disputa de 3 fases, levando os seguintes critérios para avaliar o vencedor da disputa: placar, tempo, anéis ao final, anéis totais, e monitores quebrados, além dessas 3 fases, ainda tem uma fase especial aonde o jogador com mais anéis vence.


A parte gráfica está brilhante, cenários coloridos que chegam a apelar a visão, cenários e sprites dos personagens foram muito bem trabalhados e cerca de 90% do 'caminho' das fases ficou perfeito, fora alguns trechos bizarros que você se pergunta o que foi que o desenvolvedor fumou pra ter um obstáculo desses nesse lugar hahaha. Há uma boa quantidade de efeitos especiais incorporados no jogo, desde os rios de lavas ou piscar de luzes de neon, detalhes bem bonitos de se ver. No geral, os desenvolvedores fizeram um trabalho maravilhoso, aonde tudo fica bem 'amigável' para o jogador.

O som mantém o brilhantismo de seu antecessor, as músicas são bem alegres e combinam bem com as fases, há também uma quantidade razoável de efeitos sonoros com um som excelente aonde tudo se encaixa perfeitamente. As músicas do game podem muito bem ficar presas a sua cabeça, o que as torna bem memoráveis.

Outra novidade no jogo, foi a introdução do nível Super Saiyajin Sonic, aonde ao coletar 7 esmeraldas do Caos, Sonic fica dourado transformando-se em Super Sonic, ele fica mais rápido e praticamente indestrutível, essa transformação gasta 1 anel por segundo, ao ficar com zero anéis Sonic então volta ao normal. Super Sonic só morre se for esmagado, afogado ou caindo em abismos.


Resumindo, o fator de diversão de Sonic the Hedgehog 2 é muito bom, a jogabilidade é simples e muito agradável, progredir através do jogo é uma experiência bem gratificante, ao concluir o game então nem se fala. O game vai entreter desde criancinhas ranhentas até os marmanjos machões aí. O desafio do game tem padrão razoável, nada muito difícil, o sistema de zonas deixa o jogo bem balanceado com uma parte fácil e uma parte um pouco mais difícil.

Sonic the Hedgehog 2 acabou tornando-se um dos melhores games de Mega Drive, e concordo plenamente com isso pois o jogo é muito divertido, confira agora o seu gameplay:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 81 da saga Mario Verde, falamos sobre Sonic the Hedgehog 2 de Mega Drive! Até mais!

Chapter #080 - Michael Jackson's Moonwalker


Capítulo 80 da saga Mario Verde, e o game de hoje é baseado no maior astro pop de todos os tempos, intitulado como Michael Jackson's Moonwalker, o game desenvolvido pela Sega em 1990, foi lançado para várias plataformas, mas falaremos especificamente sobre a versão de Mega Drive. Gráficos bem detalhados, com fases inspiradas nos vídeo clips de Michael Jackson, a jogabilidade era boa, nada inovadora, mas boa, e a trilha sonora toda composta por músicas do cantor.


A história do jogo baseia-se no filme de mesmo nome lançado anos antes, aonde você está em um mundo de drogados, carros voadores e cheio de crianças, mas não é o que você está pensando... Michael Jackson tem que apenas resgatar as crianças, entende? rsrsrsrs. Um traficante do mal chamado Mr. Big raptou todas as crianças, e Michael que é o único bom samaritano do jogo deve salvá-las. Michael tem a sua disposição poderes mágicos que irão ajudá-lo sempre que ele dançar.

Além de salvar as inúmeras crianças espalhadas pelas fases, Michael Jackson terá que enfrentar inúmeros caras malvados de terno. Ao invés de armas, Michael possui uma variedade de mágicas e movimentos de dança para nocautear os bandidos. Quando você estiver ficando sem energia, é só pegar uma criança, igual na imagem de cima, que a barra de energia irá aumentar.

Os inimigos irão atacar com golpes físicos e armas, além de alguns zumbis que também aparecem no game, cada fase é independente da outra, tendo inimigos diferentes e necessitando fazer coisas diferentes para passar de fase. Um ponto positivo do game é que você pode interagir com o cenário para derrotar os inimigos, isso torna-se bastante útil em um game de plataforma 2D.


O jogo é meio curto, possui apenas 5 fases se não me engano, mas todas bem distintas e com gráficos bem trabalhados, a mistura de cores ficou sensacional. Tem uma fase inclusive que Michael se transforma em um robô gigante! Ao salvar todas as criancinhas, um macaco amigo de Michael aparece e leva você até o chefe final, que estará rodeado de inimigos, nessa fase o game sai do estilo plataforma, e vira uma espécie de jogo de nave, aonde você tem que derrotar as naves inimigas até derrotar Mr. Big.

Voltando a falar nos gráficos, eles merecem um bom reconhecimento, pois é tudo bem detalhado, desde os cenários, até as animações de dança de Michael Jackson, os sprints dos personagens também ficaram ótimos, dando mais impressão de estar mesmo controlando o próprio Michael Jackson.

O áudio é um prato cheio pra quem é fã do cantor, a trilha sonora é composta por clássicos como Smoth Criminal, Billie Jean, Bad entre outros sucessos de Michael, os efeitos sonoros também se encaixam perfeitamente no game, os famosos gritinhos do astro também não podiam ficar de fora dessa.


A jogabilidade é simples, os comandos são bem fáceis e as várias mágicas e passos de dança deixam o game um pouco mais empolgante, Michael Jackson's Moonwalker não é um game difícil e nem demorado, mas cumpre bem seu papel. Há menos que Michael Jackson seja seu ídolo mor, não é um jogo que você queira jogar mais uma vez após zerá-lo, mas é um bom jogo, acelerado, frenético e divertido, com inimigos que vem de todos os lados. O fato de você ter que explorar todos os locais das fases para achar as criancinhas acrescenta um pouquinho de profundidade no game, ao invés de ir simplesmente correndo passar de fase.

Confira agora o gameplay do jogo do tio Michael:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 80 da saga Mario Verde, falamos sobre Michael Jackson's Moonwalker de Mega Drive! Até mais!

Chapter #079 - Alex Kidd in the Enchanted Castle


Capítulo 79 da saga Mario Verde e o game de hoje é Alex Kidd in the Enchanted Castle, produzido pela Sega em 1989 foi lançado para Mega Drive, Alex Kidd já contava com alguns outros games mais antigos, é a continuação do jogo Alex Kidd in Miracle World lançado para Master System em 1986. O game segue o gênero plataforma, com gráficos bem trabalhados e cores bem vivas, uma jogabilidade um tanto quanto semelhante a seu 'rival' Super Mario, além de uma trilha sonora super divertida.


O game é sobre um garoto chamado Alex Kidd que tem cara de idiota, e tem que salvar seu pai, o Rei Thor, que foi sequestrado por uma criatura estranha com braços de Janken-pon (Pedra - Papel - Tesoura). Alex então parte de seu planeta natal Aries, para o planeta Paperock, aonde os inimigos batalham através de Janken-pon. Ande no final do game, como em qualquer história infantil, todos viram amigos, inclusive os inimigos que também se tornam bons amigos e vivem todos felizes para sempre.

Tá, a história é bem tosca, mas o jogo é bem divertido, o game mistura ação e aventura no estilo plataforma em 2D, com 11 fases ao total, repletas de armadilhas, inimigos e chefes, encontrando ao final Ashra, o monstrengo que aparentemente havia sequestrado seu pai. Alex Kidd pode além de pular, dar socos e chutes, além de itens especiais que o auxilia na sua aventura, como por exemplo um bracelete, uma motocicleta, um peticóptero, um helicóptero, e até mesmo um colar mágico que permite o que o inimigo irá fazer no Janken-pon.

No jogo, assim como em Super Mario, também existem as moedas, com essas moedas você pode entrar em casas de apostas para conseguir novos itens, as apostas também são baseadas em Janken-pon. Cada fase possui um ambiente bem diferente da outra, deixando o game um pouco mais divertido. Alex é bem fraquinho, só de encostar em algum inimigo ele já morre, então é preciso tomar bastante cuidado ao invés de sair correndo na louca. Ao final de cada fase, você irá encontrar um prato típico da culinária japonesa!


Os gráficos são muito bonitos e bem trabalhados, não me lembro de jogos antigos do mesmo estilo aonde você passa por trás de gramas e árvores, ao invés de só na frente, de certa forma era meio inovador, além da cara de idiota do protagonista, tudo o resto é bem produzido e com leves toques de infantilidades rsrsrs. Os efeitos sonoros também são excelentes, além das trilhas sonoras, que são bem animadas e marcantes.

A diversão é mediana, a bastante coisas pra satisfazer a maioria dos gamers, voar em um mini-helicóptero, andar de pula-pula, é bem divertido, mas o game também pode ser frustrante por ser muito fácil de morrer, até no Janken-pon você morre rsrsrs. A dificuldade do game não é muito alta, praticamente qualquer um poderá terminar o jogo sem maiores problemas, mas até pegar a pratica do jogo pode ser meio complicado, mas nada que algumas horinhas de treino não resolvam.


Pra concluir, particularmente considero Alex Kidd in the Enchanted Castle um game muito bom e divertido, a grande variedade na temática das fases e os diversos itens que podem ser utilizados deixam o game bem mais dinâmico e divertido, as batalhas com Janken-pon também são bem divertidas e bem diferentes, além dos gráficos que são muito bem trabalhados e cheios de detalhes, sem falar das cores bem vivas do jogo.

Se fosse pra citar algum ponto negativo, seria dizer que é muito fácil morrer, e os socos e chutes de Alex Kidd são muito toscos que se tornam meio que inúteis, além de alguns efeitos sonoros específicos que podem se tornar irritantes com o passar do tempo, e a história do jogo também, que é fraca pra cacete e o fim é mais tosco ainda, mas tudo bem rsrsrsrsrs.

Um fato curioso é que Alex Kidd era o grande mascote da Sega, até o surgimento do Sonic, ele durou uns bons anos sendo a menina dos olhos da produtora hehe.

Confira agora o gameplay do jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 79 da saga Mario Verde, falamos sobre Alex Kidd in the Enchanted Castle de Mega Drive! Até mais!

Chapter #078 - Strider


Chegamos a mais um capítulo da saga Mario Verde, capítulo este de número 78 e hoje falaremos sobre Strider, outro dos sucessos do Mega Drive, desenvolvido pela Capcom originalmente para Arcade e outros consoles mais antigos, foi portado para Mega Drive aonde pôde mostrar todo o seu potencial com belos gráficos, trilha sonora bem cativante além da jogabilidade, que era perfeita para um game de ação/plataforma.


O game se passa no ano de 2048, aonde a Terra está sendo ameaçada por um ser chamado Grandmaster Meio, O Senhor das Trevas, um alienígena que tem por objetivo dominar nosso planeta, Meio pretende construir uma estação estelar entre a Terra e a Lua chamada Terceira Lua. Porém Hiryu, um valente guerreiro Strider, equipado com a sua poderosa espada Cypher se rebela contra o Grandmaster Meio, enfrentando todas as suas forças invasoras.

A temática futurística fez com que os cenários e personagens fossem dotados de alta tecnologia, além de habilidades incomuns, durante a missão de Hiryu, ele recebe a ajuda de pequenos robôs chamados Options, aonde eventualmente Hiryu os encontra pelo caminho.


O game conta com 5 fases, que apesar de curtas, são bastante desafiadoras!

São Petesburgo: Na União Soviética aonde Hiryu combate os soldados e as máquinas robóticas da região, a fase também conta com 3 chefes que podem trazer algumas complicações para novos jogadores.

Sibéria: A terra de Hiyoga de Cisne, o lugar é todo congelado com paredes de gelo e tudo mais, enfrentando animais silvestres até encontrar uma base militar, nessa fase também existem 3 chefes.

Ballog: Um navio de guerra que voa! Aonde após enfrentar todos os capangas e destruir o centro do navio, é necessário enfrentar o Capitão do navio em um combate mortal.

Amazônia: fase brasileira, aonde se encontra plantas venenosas, nativos, piranhas e é claro, dinossauros! O chefe da fase não podia ser outro senão Blanka! um T-Rex mecanizado!

Terceira Lua: A fase final, que está repleta de maquinas e capangas do Grandmaster Meio, aonde então adivinhe, 7 dos chefes que você já derrotou estão de volta e é claro, muito mais fodásticos, ao derrotar todos então, você chega até o Senhor das Trevas, o feiticeiro ditador galáctico Grandmaster Meio, em uma batalha que vai garantir ou a salvação da Terra, ou sua perdição.


A parte gráfica do game ficou sensacional, cheio de detalhes desde o sprite de Hiryu, além de todos os inimigos todos muito bem trabalhados e até mesmo os cenários, que ficaram perfeitos e bem característicos, as variedades das cores casaram perfeitamente. Os efeitos sonoros também ficaram espetaculares, além da trilha sonora que é bem marcante e quem conhece o jogo vai lembrar das músicas até hoje, que se encaixam perfeitamente com os temas do jogo e dão uma emoção a mais na hora do jogo.

A jogabilidade também é perfeita, os comandos são fáceis e da pra se movimentar bem pelo cenário, a movimentação do personagem é bem rápida em relação a outros games da época, Hiryu se move bem rapidamente pelo cenário, dando várias piruetas e pulos ninjas. Pelo fato do game ser curto, depois de pegar o ritmo de jogo, fica fácil zerá-lo em menos de uma hora, o que pode ser um pouco frustrante, apesar de que você provavelmente irá querer jogá-lo novamente.

Strider tornou-se tão popular que recebeu algumas continuações, e está sendo preparado ainda novos games até o dia de hoje, além das várias participações de Hiryu em outros vários games da Capcom, desde games de RPG até games de Luta! Strider foi um verdadeiro sucesso quando lançado, por ser um jogo bem antigo, foi eleito o game do ano em 1990, por conta de seus belos gráficos foi considerado como um dos jogos que revolucionaram o mundo dos games.


Confira agora o gameplay desse clássico:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 78 da saga Mario Verde, falamos sobre Strider de Mega Drive! Até mais!

Chapter #077 - Golden Axe


Capítulo 77 da saga Mario Verde e o game de hoje é um clássico dos Mega Drive, Golden Axe! Lançado no ano de 1989 pela Sega, foi originalmente desenvolvido para Arcade, mas foi portado para inúmeros consoles, aonde ficou famoso mesmo no Mega Drive. Game estilo Hack 'n Slash meio que medieval em um reino de fantasia, possuía gráficos bem detalhados, uma jogabilidade fácil e divertida, além da trilha sonora que se enquadra perfeitamente ao tema do game.



A história do jogo é mais ou menos assim, a terra de Yuria, uma terra pacífica foi invadida por Death Adder, um poderoso senhor que governa seus reinos com desprezo, espalhando miséria e desespero, trazendo a morte para quem ousar se opor a ele. Três guerreiros corajosos, cada qual perdeu algum amigo ou parente, morto por Death Adder, unem forças e partem em uma missão para derrotar e destronar seu inimigo em comum, no caso, Death Adder. Na esperança de restaurar a paz na Terra, eles partem pelos mais perigosos caminhos em busca de seu objetivo. A história vai progredindo no decorrer das fases, até as batalhas finais.

Os três personagens principais do jogo são:


Gilius Thunderhead: Um anão que perdeu seu irmão gêmeo defendendo sua vila contra Death Addler, Gilius utiliza um machado como arma.
Ax Battler: Um bárbaro que teve sua mãe morta por Death Addler, Ax utiliza uma espada como arma.
Tyris Flare: Uma amazona que teve seus pais mortos por Death Addler, Tyris utiliza uma espada.

Os três personagens tem suas qualidades de luta e magia bem balanceadas, cada qual com suas vantagens e desvantagens, pontos fortes e pontos fracos, caso você jogue singleplayer poderá escolher apenas um durante toda a jornada, caso jogue multiplayer, poderá então escolher dois personagens para jogarem cooperativamente durante a jornada, o game fica incrivelmente mais divertido ao se jogar com um amigo. Sua escolha de personagem pode, ou não, ter influencia na forma como você joga, mas nada que um pouco de treino não resolva.

Golden Axe está dividido em 8 fases, cada fase com um cenário completamente diferente do outro, os estágios são bem curtos, mas bem desafiadores, repleto de inimigos e desafios. Todos seguem um padrão linear, então não terá muito o que fazer em relação a exploração, pois praticamente tudo estará visível e em linha reta. Há alguns pontos aonde você poderá utilizar o cenário a seu favor, como por exemplo lançar inimigos em abismos ou rios.


Há uma grande quantidade de inimigos que você enfrentará durante o jogo e eles vão variando de acordo com a cor deles, inimigos de certas cores serão mais fortes e atacarão com mais frequência do que de outras cores, coisas que você se acostuma com o tempo, por exemplo: "ow shit, dois gigantes vermelhos, mas que M..." hahaha. Enfim, além de combates físicos também é possível a utilização de magias, que são bem úteis no caso de ter a necessidade de enfrentar vários inimigos simultaneamente. Na versão Arcade ainda apareciam mais inimigos simultâneos que nos consoles, devido a sua maior capacidade.

Os gráficos são bem bonitos e bastante trabalhados, as cores dão uma sensação bem medieval, o que se encaixa perfeitamente, fases como florestas, vilas e castelos ficaram todas espetaculares, gráficos muito lindos levando em conta o game ser de 1989. Os efeitos sonoros não são tão maravilhosos como os gráficos, mas também levando em conta a capacidade, era o que podia se esperar, mas como são vários os efeitos, o game fica mais magnífico com eles. Já as músicas eram marcantes e combinavam completamente com o jogo, temas bem fantasiosos.

Em resumo, Golden Axe foi um jogo espetacular, apesar de curto e bastante linear, tem uma formula de jogabilidade bem simples, mas excelente, tanto que rendeu algumas sequencias, todas muito divertidas também. Vale a pena jogar algumas vezes pelo desafio, confira o gameplay do clássico:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 77 da saga Mario Verde, falamos sobre Golden Axe de Mega Drive! Até mais!

Chapter #076 - Pit Fighter


Capítulo 76 da saga Mario Verde e o jogo é hoje é um dos clássicos do Arcade, lançado em 1990 pela Atari, foi mais tarde portado para diversas outras plataformas. O game baseado em brigas de rua tinha gráficos semelhantes aos do Mortal Kombat, aonde os sprints dos personagens são de pessoas reais. A jogabilidade era meio lenta e as músicas não muito marcantes.


No game é possível escolher apenas 1 dentre os 3 personágens disponíveis, cada um com suas características próprias e golpes diferenciados, por exemplo Buzz tem seus golpes a base de agarrões, Ty a base de chutes, enquanto Kato utiliza mais golpes com as mãos.

A história de Pit Fighter não é muito bem explicada, mas creio eu que seria algo como ex lutadores que participam de brigas de rua em troca de dinheiro, mas isso não importa muito também. O mais interessante do jogo era que suportava 3 lutadores simultâneos, algo incomum na época. Quando foi lançado para Mega Drive fez um sucesso tremendo, porém ao ser lançado para Super Nintendo, o jogo veio com uma verdadeira diarréia, a jogabilidade e os gráficos vieram muito limitados, fazendo com que a maioria que conhece o jogo pelo Snes simplesmente odeiem o game. Mas como estamos falando da versão Arcade, ela não é tão ruim assim hehehe.


A jogabilidade de Pit Fighter, apesar de meio lenta, era um ponto alto no jogo, era possível ir em todas as direções do cenário, pra frente, pra trás, pra cima, pra baixo, enfim, em cada canto do ringue havia uma plateia, e caso você fosse jogado no povo, eles te batiam e te jogavam de volta para o ringue. Além dos golpes físicos ainda era possível atirar objetos contra seus rivais, como por exemplo barris, facas e até motos! A jogabilidade era bem simples, ou era chute, ou soco, ou pulo, os golpes especiais eram apenas a combinação de dois ou três botões.

A cada inimigo derrotado, você iria para outra fase, contra um outro lutador, cada vez mais forte, até chegar na penúltima fase aonde você tem que enfrentar dois lutadores ao mesmo tempo, e depois o lutador final pra fechar o jogo. O game em si era bem dificilzinho, não é qualquer um que chegava lá e zerava de primeira. No game também tinha um bônus aonde você enfrenta um clone do seu personagem em troca de pontos.O modo multiplayer era divertido também, você e seu amigo lutam juntos contra os inimigos. Também era possível jogar com 3 jogadores simultâneos, enfrentando mais 3 logicamente, mas daí ocupava muito espaço na tela e nem era tão divertido assim.

Alguns objetos espalhados pelas fases, ao serem destruídos liberavam uma pílula do poder, que ao pegá-la deixava seu personagem incrivelmente fodão por um curto período de tempo, o grande problema mesmo é quando o seu inimigo pegava a pílula do poder antes de você, dava pra perder a luta rapidinho.


A parte gráfica de Pit Fighter era revolucionária para a época, com atores digitalizados, algo que foi copiado mais tarde pela série Mortal Kombat, os personágens eram bem grandes na tela, deixando os gráficos ainda mais bonitos e realísticos. Infelizmente isso também foi cagado na versão de Super Nintendo, aonde os lutadores eram pequenos e os gráficos mais toscos.

Os efeitos sonoros do jogo não eram muito bonitos, mas até que razoáveis, as músicas então nem se fala, nem me lembro direito delas, e do que me lembro não era nada tão marcante assim, mas também não eram ruins, apenas simples e de acordo com o tema.

Dizem que o game foi baseado no filme O Grande Dragão Branco, o que não é de se descartar, já que os personagens são bem parecidos com os atores do filme.


Mas vamos ao que interessa, o gameplay do jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 76 da saga Mario Verde, falamos sobre Pit Fighter de Arcade! Até mais!

Confira outros Games Clássicos que você poderá gostar também!