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Chapter #059 - Dragon Ball Z: Buu's Fury


Capítulo 59 da saga Mario Verde, hoje falaremos sobre o último jogo da série The Legacy of Goku, o terceiro game tem um título um pouco diferente dos dois primeiros, o game chama-se Dragon Ball Z: Buu's Fury, o que se refere obviamente sobre o jogo se passar durante a saga do Buu. Lançado no ano de 2004 para Game Boy Advance, teve melhorias em todos os sentidos, um jogo que já era excelente, ficou basicamente perfeito, jogabilidade excelente, uma enorme variedade de personagens jogáveis, gráficos muito bem trabalhados e a trilha sonora manteve o nível dos demais games.


A história do game começa exatamente aonde terminou o outro game, com Gohan derrotando Cell. Claro que os fãs da franquia ficaram muito contentes de reviver essa parte cheia de ação na história, na forma de uma aventura RPG, quem já jogou os antecessores vai se sentir em casa jogando Buu's Fury. O game começa com Goku decidindo ficar no outro mundo para ficar mais forte, então em algumas partes do jogo você joga com ele no outro mundo, em outras partes joga com os guerreiros que estão na terra. O resto da história todo mundo já conhece, os guerreiros Z se reúnem para participar do Budokai Tenkaishi, porém o torneio é interrompido devido a aparição de Buu.

As novidades, além de poder jogar com praticamente todos os personágens da série, inclusive Mr. Satan, é a opção de colocar pontos de status nos personagens, deixando-os muito mais fortes, acho que esse é um ponto bom, porém um ponto ruim ao mesmo tempo, lembram no primeiro game, aonde era difícil até derrotar um cachorro ou uma cobra, pois Goku era muito fraco... então, nesse game os personagens já começam ultra fodões, e ainda colocam pontos de status deixando-os mais fodas ainda, isso fez com que infelizmente o game ficasse extremamente fácil. Mas mesmo sendo bem fácil, não tira a diversão de reviver toda a história de Dragon Ball Z.

Outra coisa bacana é o museu de Mr. Satan, (na versão americana do game ele se chama Hércules). É um museu aonde fica os itens especiais que você coleta durante o jogo. O mapa mundi continua gigante como sempre, com muitas áreas a serem exploradas, e claro, você pode treinar durante o caminho para deixar seus personagens que ja eram fodas, ainda mais fodas ainda hahaha.


O game também conta com capítulos extras muito divertidos, aonde você enfrenta alguns vilões de filmes, como por exemplo Janemba e Broly. Também estão presentes no game todas as transformações de Super Saiyajins que foram mostradas até a saga Buu. Os personagens jogáveis são: Goku, Gohan, Goten, Trunks, Vegeta, Gotenks, Gogeta, Vegito, Videl e Mr. Satan! E o game também conta com uma enorme quantidade de personagens da série que aparecem, além de vários chefes que temos que derrotar.

Quanto as melhorias gráficas, ficaram levemente melhores que seu antecessor, quem teve uma mudança drástica mesmo foi Goku, que no primeiro e segundo game da série era extremamente feio, e agora se parece mesmo com o personagem. Em determinadas partes do game os gráficos chegam a ser surpreendentes.

O jogo em si pode se tornar tedioso em alguns momentos em que é necessário alcançar certo nível com determinado personagem, obrigando você a ficar lutando contra os vermes insolentes somente pra subir de nível, acho que isso só serve para aumentar o tempo de jogo, que se for analisar é bem curto. Os combates continuam bem simples, você pode derrotar qualquer inimigo só com socos, mas isso tira um pouco da graça do game, o legal mesmo é sentar a porrada e distribuir todos os golpes diferentes que cada personagem possui.


Minhas considerações finais sobre o game, é de que é um jogo bem divertido, eu pelo menos gostei muito de jogá-lo, um dos poucos títulos do console que me agradou, ele segue fielmente os acontecimentos do anime, com alguns extras bem divertidos, porém muito fácil, talvez pra compensar o primeiro game que era bem difícil rsrsrsrs, Dragon Ball Z: The Legacy of Goku é uma das séries mais divertidas de Dragon Ball no mundo dos games, eu sou meio suspeito pra falar pois eu amo games de RPG, então pra mim foi um prato cheio, mas realmente é uma ótima série que vale mesmo a pena jogar, pois narra toda a história de Dragon Ball Z, desde o aparecimento de Raditz, até o final aonde Goku vai lutar contra Uub.

Confiram agora o gameplay do último jogo da série:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 59 da saga Mario Verde, falamos sobre Dragon Ball Z: Buu's Fury de Game Boy Advance, encerrando o especial da série! Até mais!

Chapter #058 - Dragon Ball Z: The Legacy of Goku II


Capítulo 58 da saga Mario Verde, e o segundo capítulo da série especial Dragon Ball Z: The Legacy of Goku, hoje falaremos um pouco sobre o segundo game da franquia. Lançado em 2003, é a continuação direta do game anterior, e narra desde as sagas dos Andróides até o final da saga do Cell. De certa forma seu antecessor havia sido um fracasso, não agradando a praticamente ninguém, porém DBZ Legacy II veio com melhoras em quase todos os aspectos, criando uma sequencia infinitamente melhor do que o primeiro game. Os gráficos ficaram muito mais bonitos, a jogabilidade melhorou bastante e a trilha sonora ficou impecável. E o game contava com uma super novidade, não era apenas Goku o personagem jogável, agora 5 personagens são selecionáveis, deixando o game bem mais divertido e mais dinâmico.


A história começa após a derrota de Frieza, aparentemente um par de Androides  malvados chegariam para detonar com o mundo, um jovem misterioso chamado Trunks aparece, e diz ter vindo do futuro para ajudar a salvar a humanidade, pois no futuro todos os guerreiros Z haviam morrido e somente ele tinha sobrevivido. Mas as coisas se complicam quando eventos do presente não saem da mesma forma que eventos do futuro, e um ser ainda mais poderoso do que os Androides aparece, um guerreiro poderosíssimo que tinha em seu sangue células dos mais fortes guerreiros da série, era ele, Cell.

Como eu já havia dito, o enredo é muito semelhante ao do mangá/anime original de Dragon Ball Z, o que dá ao jogador uma experiência realmente autêntica. O game ainda aborda pontos de vista não apresentados no mangá, para cobrir tudo o que realmente aconteceu. É certo que o game tem um impacto muito menor sobre pessoas que não conhecem a série, mas para os fãs é realmente um prato cheio. Mas com certeza os produtores estão de parabéns pela obra notável.

Os gráficos estão muito bonitos e bem detalhados, embora alguns personágens ficaram um pouco feio, como por exemplo Goku, mas a maioria está tudo perfeito, os cenários também estão muito mais detalhados, e a novidade de poder voar pelo mapa mundi para as diferentes localidades ficou realmente bacana. A trilha sonora, apesar de humilhar a do game antecessor, devido a fraca capacidade do console ainda não é aquela maravilha, mas isso é compreensível.


No primeiro game apenas Goku era um personagem jogável, a no máximo podíamos evolui-lo a lvl 20. Em Dragon Ball Z: The Legacy of Goku II temos 5 personagens jogáveis podendo evolui-los até o lvl 50! Cada personagem tem seus golpes característicos da série, deixando o game ainda mais fantástico, são eles: Gohan, Piccolo, Vegeta, Trunks e é claro Son Goku. O mapa mundi é bem grande e pode ser todo explorado, e além da história principal ainda existem várias missões e objetivos opcionais para se fazer.

Embora o foco principal seja derrotar todos os inimigos que aparecem na tela, o combate não é a única coisa a se fazer no jogo, como qualquer bom jogo de RPG, a exploração dos cenários também é muito importante, pois estão espalhados vários itens que irão auxiliar os personagens durante a história. A barreiras espalhadas pelo jogo que só podem ser quebradas por personagens específicos e em leveis determinados, o que faz com que o jogador seja obrigado a evoluir todos os seus personágens se quiser explorar o mapa por completo, isso pode ser chato para algumas pessoas, mas também pode ser bem divertido.

O Scouter também está presente no jogo, o famoso "óculos" dos Saiyajins pode ser utilizado para medir os dados dos seus aliados e também dos seus inimigos, outra função do Scouter é mostrar locais do mapa que ainda não foram explorados, é um item realmente interessante.


Pra finalizar, esse game é uma obra prima absoluta em relação ao seu antecessor, é a prova clara de como melhorias drásticas podem ser feitas ao longo de um produto defeituoso, desde que a equipe de produtores estejam dispostos a admitir seus erros e corrigi-los, The Legacy of Goku II não decepcionou os fãs, pelo contrário, proporcionou horas de diversão até pra quem não era fã da série. Contudo o terceiro game da série, do qual falaremos amanhã ficou ainda mais fantástico, aguardem e amanhã falaremos sobre ele, fiquem agora com o gameplay de Dragon Ball Z: The Legacy of Goku II:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 58 da saga Mario Verde, falamos sobre Dragon Ball Z: The Legacy of Goku II! Até mais!

Chapter #057 - Dragon Ball Z: The Legacy of Goku


Mais uma semana começando, capítulo 57 da saga Mario Verde e a partir de hoje começaremos um especial Dragon Ball Z: The Legacy of Goku, uma trilogia de games lançados para Game Boy Advance, hoje falaremos sobre o primeiro, lançado no ano de 2002 pela Infogrames, é um jogo totalmente diferente pra quem está acostumado com o mundo DBZ, não é um game de luta propriamente dito, mas um game mais estilo RPG, o que ficou muito bacana e com certeza muito divertido. Os gráficos são meio infantilizados mas são bonitos levando em conta a limitação do console, a jogabilidade pode parecer meio difícil no início, mas é bem divertida, e a trilha sonora é legalzinha, nada de super, mas até que combina bem com o game.


Neste primeiro game da série, você joga exclusivamente com o Son Goku, personagem mais querido da galera, a história é basicamente a mesma do anime, aonde Goku leva seu filho Gohan para visitar seus velhos amigos lá na casa do Mestre Kame, logo após algumas cenas aparece Raditz, dizendo ser irmão de Goku e raptando Gohan. Aí que a aventura começa, Goku volta para sua casa no meio da floresta e começa a busca por seu filho, durante a aventura nosso herói tem que enfrentar cachorros, cobras, caranguejos entre outros seres toscos e que são chatinhos pacas de derrotar.

Também estão presentes vários outros personagens da serie, e durante as buscas por Gohan, Goku como é muito solidário, ajuda todos os que vê pela frente, desde pessoas, até mesmo Pterodáctilos, algum tempo depois ele encontra com Raditz e começa uma batalha até a morte, como todos sabem, ambos morrem. Então você controla Goku no outro mundo, para ir treinar com o senhor Kaio, exatamente como no anime.

Não vou ficar contando toda a história do jogo pois basicamente é a mesma coisa do anime, o game narra até a saga do Frieza, e os principais inimigos presentes no game são: Raditz, Nappa, Vegeta, e as Forças Especiais Ginyu, além claro do próprio Frieza que é o chefe final.


Você também encontra facilmente esse game em versões traduzidas para português, não são traduções oficiais, mas ajuda bastante se você não conhece a história... Mas quem que não conhece Dragon Ball Z rsrsrsrsrsrs. Mas o mais divertido de tudo mesmo, é pelo jogo ser bem fiel ao desenho, trazendo um alto teor de nostalgia pra galera.

O ponto mais negativo do jogo é que Goku começa ridiculamente fraco, pra quem sempre foi forte isso é meio decepcionante, mas pelo menos ele vai evoluindo no decorrer do jogo até ficar fodão como todos conhecem. Mas um ponto legal é que além das partes diretamente ligadas a história, o game também conta com missões alternativas, deixando o game menos rotineiro também.

Quanto a jogabilidade, Goku pode se movimentar por quase todo o cenário, e pode voar de vez em quando também, a semente dos deuses também está presente no jogo. Além claro, dos golpes principais do nosso herói, que ele vai aprendendo no meio do jogo. É meio contraditório o Kamehameha ser ensinado pelo senhor Kaio no outro mundo, mas tudo bem, o game não perde a sua magia por isso.


Por fim, esse jogo é super indicado para quem é fã da série, o jogo em si não é muito bom, mas as suas duas sequencias que falaremos amanhã e depois, são realmente fantásticas, bem por isso que é uma série que realmente vale a pena ser jogada. Por incrível que pareça, eu não consegui zerar o primeiro game, só o II e o III. Tive muita dificuldade com o Goku fracote do começo do jogo hahaha, mas algum dia desses ainda terminarei esse jogo.

Confira agora o gameplay do primeiro jogo da série:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 57 da saga Mario Verde, falamos sobre Dragon Ball Z: The Legacy of Goku! Até mais!

Chapter #056 - Mortal Kombat II


Capítulo 56 da saga Mario Verde, dando sequencia a série Mortal Kombat, o game de hoje é o segundo da série, Mortal Kombat II, desenvolvido para Arcada, recebeu inúmeras conversões para várias plataformas, o game desenvolvido pela Midway foi lançado no ano de 1993. Mantendo o mesmo sistema do seu antecessor, recebeu melhorias gráficas e sonoras, além de um upgrade na jogabilidade e uma boa adição de personagens, trilhas sonoras tenebrosas como sempre.



A história é a mesma de sempre, mais um torneio mortal para ver quem é o guerreiro mais forte. Os lutadores presentes no game são: Liu Kang, Kung Lao, Kitana, Shang Tsung, Johnny Cage, Jax Briggs, Baraka, Mileena, Reptile, Sub-Zero, Scorpion, Raiden, Shao Kahn, Kintaro, Jade, Smoke e Noob Saibot.

Um fato curioso é que em Mortal Kombat I, Sub-Zero é morto, porém em Mortal Kombat II, ele volta do submundo como Noob Saibot, enquanto o Sub-Zero de MKII é o irmão do Sub-Zero original. Resumindo, toda a história de Mortal Kombat é uma verdadeira bagunça, os fãs mais viciados que se entendam rsrsrs. Alguns personagens não jogáveis também aparecem no game, como plano de fundo, Kano, Sonya Blade, Blaze e Hornbuckle.


Foram inclusos mais opções de Fatalities para os personagens, além de novas finalizações, os famosos Friendships, Babalities e os Fatalities que utilizam partes do cenário. Graficamente falando o jogo é bem melhor que seu antecessor, e ficou mais divertido também pela adição desses novos golpes. O game conta com 10 diferentes arenas para os combates e 11 na versão de Mega Drive.

Confiram agora o gameplay do jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi capítulo de número 56 da saga Mario Verde, falamos sobre Mortal Kombat II de Arcade! Até mais!

Chapter #055 - Hot Shots Golf


Chegamos a mais um capítulo da saga Mario Verde, capítulo de número 55 e o game de hoje é Hot Shots Golf, como próprio nome sugere, um excelente game de Golf, lançado em 1998 para Playstation, é o primeiro jogo da mais divertida franquia de Golf, tendo games lançados até nas atuais plataformas. Hot Shots Golf conta com gráficos impressionantes, cenários de tirar o chapéu, a jogabilidade também é perfeita, e as trilhas sonoras, apesar de bem lentinhas, combinam com o esporte.


Hot Shots Golf oferece uma grande variedade de modos de jogo, como Stroke Play, Mach Play, Mini Golf, Torneio e Treinamento. Exceto o modo de Treino e o de Torneio, os outros tanto faz se vai jogar individual ou multiplayer, vou dar uma breve explicação sobre esses modos:

Stroke Play: Partida 1x1 aonde vence quem terminar todos os buracos com menos tacadas, as tacadas vão acumulando em todos os buracos.
Mach Play: Vence quem ganhar mais buracos, tacadas não são acumulativas.
Torneio: Semelhante ao Mach Play, porém contra vários adversários.
Treino: Joga sozinho pra treinar.

O jogo também conta com um modo Versus, aonde você enfrenta os mais variados personagens, e ao derrotá-los você desbloqueia os mesmos, podendo utiliza-los em suas partidas futuras, além disso cada personagem está em um nível, quanto maior, melhor será o personagem.


São 6 campos de Golfe presentes no game, cada campo com 18 buracos, um mais divertido que o outro, além dos vários personagens cartunescos, todos com vozes e movimentos característicos. Cada personagem também conta com um sistema de experiência, aonde quanto mais experiência, melhor ele fica, muito provavelmente você irá gostar mais de um personagem especifico, e se sempre jogar com ele, você praticamente ficará invencível. Uma curiosidade do game são seus nomes, na América ele veio com o nome Hot Shots Golf, na Europa com o nome Everybody's Golf, enquanto no Japão foi lançado com o nome Minna no Golf.

A parte mais divertida são fazer buracos tacando de longe, principalmente se estiver jogando com um amigo rsrsrsrs. Quem estiver procurando por desafios, e ao mesmo tempo diversão, recomendo muito Hot Shots Golf, assim como toda a sua franquia, é um game bem difícil de enjoar, eu por exemplo jogo até hoje os games da série.

Confira agora o gameplay desse jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo número 55 da saga Mario Verde, falamos sobre Hot Shots Golf de Playstation! Até mais!

Chapter #054 - Bomberman Fantasy Race


Chegamos a mais um capítulo da saga Mario Verde, capítulo de número 54 e hoje falaremos de um game bastante peculiar, como a uns capítulos atrás falamos de um modo diferente de se jogar Bomberman, em Bomberman Wars, o game de hoje também é um jeito diferente de jogar Bomberman, estamos falando de Bomberman Fantasy Race! Lançado no ano de 1998 pela Hudson para Playstation, não ficou muito conhecido aqui no Brasil, mas merece destaque mesmo assim por apresentar uma proposta diferente de jogo. Muito provavelmente o game tenha se inspirado no clássico Super Mario Kart de Super Nintendo, é também um game de corrida, mas com uma grande diferença, não se usa karts, e sim os bixinhos que aparecem nos games da série.

Os gráficos tridimensionais são muito bonitos e bem coloridos, apesar das limitações gráficas do Playstation ficou tudo muito lindo. A jogabilidade é boa, os bixinhos respondem rapidamente aos comandos além da trilha sonora, que como sempre os japoneses mandaram bem e está fantástica, músicas bem variadas em vários estilos mas sempre mantendo o tema Bomberman.



O game não tem história em si, seria algo como se alguns Bombers decidissem competir entre sí para ver quem é o melhor, aonde o piloto vencedor ganhará uma enorme quantia em dinheiro, além de Bagular, que é o chefão da maioria dos games de Bomberman que também está dentre os pilotos selecionáveis. A propósito, são 6 os personágens disponíveis:

White Bomber: Ele é o herói da série que decide participar quando vê seu rival Bagular inscrito.
Black Bomber: O famoso player 2 de Bomberman, rival/aliado do White.
Bagular: O ser malvado da série, entra na corrida para financiar um plano maligno.
Pretty Bomber: Uma garota linda que também decide participar.
Mechbomber 015: Ele se parece muito com um robô.
Mach Bomber: O mais maneiro de todos, pois usa o capacete do Ayrton Senna haha.

Os personágens em si não tem muita importância em relação ao desempenho nas corridas, são mais para digamos 'abrilhantar' a corrida, o importante mesmo são as criaturas que são utilizadas como veículos, que são 10, algumas necessárias serem desbloqueadas, são divídidas em Louies (espécie de canguru) e Tirra (espécie de rinoceronte):

Green Louie: Não é muito rápido, porém bastante equilibrado.
Hopping Louie: Salta mais alto que o normal, porém não é rápido.
Tri Louie: Melhor aceleração dos Louies, porém baixa resistência.
Soaring Louie: Muito bom em salto triângulo, e o melhor nas curvas.
Hyper Louie: O mais rápido dos Louies e o melhor de todos no game.
Blue Tirra: Mais rápido que o Green Louie, mas tem um péssimo salto.
Brave Tirra: Tem a melhor resistência.
Flying Tirra: É o Tirra com o melhor salto.
Mighty Tirra: Tem a melhor defesa de todos os Tirras.
Super Tirra: O melhor Tirra, é um bom adversário para Hyper Louie.

O game também conta com 7 pistas juntamente com 1 pista secreta, todas muito bem desenvolvidas e cheias de corta caminhos estratégicos.


A jogabilidade é boa, embora o gamer possa sentir um pouco de dificuldade em algumas curvas fechadas, mas com um pouquinho de treino isso fica bem fácil. Por o jogo ter vários corta caminhos espalhados pelas pistas, alguns deles só são acessíveis por personágens apropriados para isso, ou através de alguns itens que o auxiliam durante a corrida. Assim como na maioria dos games de kart, o jogador recolhe itens e tenta acertar seus rivais para atrapalha-los. Além disso cada personagem conta com uma barra de fôlego, que da pra acelerar mais enquanto essa barra estiver cheia.

A trilha sonora é bem divertida, ficou fantástica, embora ás vezes ela comece a ficar enjoativa por ser meio repetitiva. Mas pra quem já está familiarizado com a série, provavelmente irá gostar. O gráfico também é lindo, cheio de detalhes, o que mais gostei foi da animação inicial do game, da a impressão de que você está assistindo um anime japonês, muito bacana mesmo. Uma coisa bizarra que eu notei no game, é que antes do sinal verde, você pode movimentar seu personagem por onde quiser desde que não passe da linha de largada, ou seja, já da pra ultrapassar todos antes da largada hahaha. Caso você passe da linha, então terá queimado a largada.

Os modos de jogo são simples, o principal aonde você vai ganhando dinheiro nas corridas e comprando novas criaturas, e liberando pistas até chegar na final. Modo Single Race, e modo Practice. O ponto fraco do game é o Multiplayer, que durante as corridas apenas dois pilotos estão presentes, aonde deveria ter alguns adversários controlados pelo vídeo game pra dar mais emoção. Mas fora isso, o multiplayer tem um modo bem interessante, você seleciona o piloto do seu save game, enquanto o player 2 seleciona do save game dele, e é possível apostar dinheiro nas corridas, aonde o dinheiro arrecadado pode ser utilizado no modo principal do jogo.


Infelizmente o game se limita a isso, não trouxe nada de muito inovador e acaba sendo enjoativo com o passar do tempo, não chega a ser um jogo daqueles que você tem vontade de jogar novamente depois de um tempo, também não é um jogo histórico que mereça entrar para os anais da história dos games. Mas é um game que cumpre o seu objetivo, que são corridas hilárias, aonde dá pra se gastar algumas horas brincando lá. Confira agora o gameplay desse jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo número 54 da saga Mario Verde, falamos sobre Bomberman Fantasy Race de Playstation! Até mais!

Chapter #053 - Street Fighter II


Capítulo 53 da saga Mario Verde e hoje daremos sequência ao não tão famoso Street Fighter I, porém essa continuação, intitulada de Street Fighter II teve um sucesso tão assombroso que fez a série ser uma das mais populares até hoje entre todas as categorias, e no gênero Luta se não é a mais consagrada, pelo menos esta entre as primeiras. Lançado em 1991 originalmente para Arcade, também foi portado para várias plataformas porém aonde mais ficou conhecido foi mesmo no Super Nintendo. SFII veio ao mundo com gráficos perfeitos, jogabilidade perfeita e uma trilha sonora imbatível com músicas que se tornaram tão clássicas, que me arrisco dizer que muito marmanjo aí as utiliza como toque de celular.



O lendário Street Fighter II foi lançado com apenas 8 lutadores selecionáveis, cada qual com seus próprios golpes característicos, e com suas fases próprias com músicas próprias, o que já era uma enorme revolução lembrando que no seu antecessor só era possível utilizar Ryu e Ken.

A história do jogo, bom, no primeiro game a história termina com Ryu erguendo Sagat com um Shoryuken, causando uma enorme cicatriz no peito de Sagat, decretando Ryu o lutador mais forte. Em Street Fighter II é realizado um novo torneio para descobrir quem é o atual lutador mais forte. Resumindo é isso. Como é um jogo de luta, a história em si não importa muito, o que manda é sentar a porrada no adversário.

Street Fighter II ficou tão famoso, que recebeu diversas novas versões, aumentando personagens, músicas e fases, claro que nós fãs agradecemos a senhora Capcom. A versão final de Street Fighter II ficou com 16 lutadores selecionáveis, dentre eles os 8 originais e mais 8 extras. Os personágens são: Ryu, Honda, Blanka, Guile, Balrog, Ken, Chun-Li, Zangief, Dhalsim, Sagat, Vega, Hawk, Fei Long, Dee Jay, Cammy e Bison. Meu favorito sempre foi o Ken, por ter uns golpes mais dinâmicos que o Ryu.


O game conta com o modo principal, aonde você escolher um lutador, e parte em uma viagem pelo mundo enfrentando os outros lutadores, tem o modo multiplayer, e um modo de treino para treinar dããã os golpes. Cada personagem com seus golpes próprios com comandos simples tornavam as lutas bem mais dinâmicas e equilibradas, com exceção de alguns personagens, que até hoje só sei dar soco e chute rsrsrsrs mas nada que esfregar o controle nas aloucas não resolvesse.

Além das versões originais, também foram lançadas inúmeras versões hacks aonde existiam lutas impossíveis, com lutadores soltando golpes de outros, e alguns golpes que desafiavam a física. Era bem comum encontrar fliperamas com essas versões piratas.



Desenhos animados estavam tão em alta nessa época que Street Fighter II também não podia ficar de fora, foram lançados dois, realmente bem diferentes, um americano e um japonês. O americano era todo cheio de moral com lutas contra o crime, aonde o personagem principal era o Capitão Guile que havia formado um grupo de lutadores denominado os Street Fighters em uma luta contra o mal, bem clichê, a animação em si era meio tosca e os golpes eram até que comuns no desenho.

Já a versão japonesa, era denominada como Street Fighter II Victory, um dos animes mais marcantes da minha vida, a animação era super trabalhada e a história de sair lágrimas dos olhos, os personágens não eram tão caracterizados quando na versão americana, e o Hadouken por exemplo, Ryu demorava uns 3 episódios para prepará-lo, enquanto na versão americana ele simplesmente soltava rsrsrs. Enfim, eu super indico Street Fighter II Victory pra quem não conhece, o anime é tão bom quanto o game!

A franquia Street Fighter virou muito popular no mundo todo, tendo vários jogos novos, lançados até os dias de hoje, além de filmes Live Actions e também vários filmes de animação. Mas não foi só nessas mídias que Street Fighter ganhou fama, pode-se facilmente ver coisas relacionada ao game em diversos tipos de comércio, desde roupas, mochilas entre infinitas outras coisas.



Pra finalizar, algumas curiosidades sobre Street Fighter:

- Alguns personágens tiveram seus nomes trocados quando o game foi lançado no resto do mundo. O boxeador M. Bison teve seu nome trocado por Balrog, pois ele era idêntico ao lutador Mike Tyson, até o nome era pareciso, resolveram mudar pra não dar treta, então fizeram uma salada com 3 personagens, Balrog passou a se chamar Vega, e Vega passou a se chamar Bison. Quanta confusão! E até hoje essa confusão permanece.

- Street Fighter vive no mesmo universo da franquia Final Fight, tanto que tem personágens de Final Fight que apareceram em Street Fighter em jogos futuros.

- Ryu usa uma faixa vermelha na cabeça ao invés da faixa branca do primeiro jogo. Isso é explicado mais tarde em um filme aonde Ken dá a faixa que usava para amarrar seu cabelo para Ryu.

- Na versão final do game, Akuma (Gouki) aparece como um personagem secreto, e sim, ele é ultra apelão.

- Devido as vozes dos personagens não terem um som muito bom, era praticamente impossível distinguir o que eles diziam na hora de seus golpes, por isso não só no Brasil mas em todo o mundo seus golpes ganharam apelidos bem engraçados por sinal.

- Os dois lutadores que aparecem na abertura da primeira versão do game eram Joe e Mike, lutadores presentes em Street Fighter I, porém não se sabe o porque, eles não estão presentes em Street Fighter II.

- A garra de Vega cai quando ele leva muitos golpes.

Confiram agora o gameplay desse clássico game de luta:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo número 53 da saga Mario Verde, falamos sobre um dos mais populares games de luta de todos os tempos, Street Fighter II de Arcade! Até mais!

Chapter #052 - Castle of Ilusion


Capítulo 52 da saga Mario Verde e o jogo de hoje é considerado um dos melhores de Mega Drive, estamos falando é claro de Castle of Ilussion, o game do ratinho Mickey Mouse. Lançado em 1990 foi um sucesso na época, principalmente aqui no Brasil, os gráficos eram bem coloridos e detalhados, a jogabilidade perfeita e a trilha sonora era muito gostosa de se ouvir.


A história do game é a seguinte: Era uma vez um casal de ratinhos, Mickey e Minnie. Minnie era muito bonita, o que fez com que a bruxa Mizrabel ficasse irritada, então um dia a bruxa malvada decidiu raptar Minnie e roubar toda a sua beleza, para fazer-se parecer mais bonita. Então Mickey, um ratinho muito corajoso decide ir sozinho buscar sua ratinha, ele parte por incríveis aventuras rumo ao castelo da bruxa, o Castelo das Ilusões. Para salvar Minnie e mostrar para a Mizrabel a verdadeira beleza, Myckey deve passar pelo Castelo das Ilusões e recolher as sete pedras preciosas que lembram as cores do arco-íris.

E quem imaginaria que este game seria tão divertido de se jogar, ainda mais por que foi lançado para Mega Drive, em uma época que só se falava do seu rival Super Nintendo que estava bombando por aí, então a Sega lança Castle of Illusion e dá um extremo upgrade no coração dos Megadriverianos. O jogo em sí é bem desafiador, são vários os obstáculos e vários inimigos que estão do lado da bruxa malvada para tentar te impedir de chegar ao castelo.

Algo interessante sobre os inimigos é que não é simplesmente pular em suas cabeças para matá-los, além de pular, você deve segurar o direcional pra baixo, pra aí sim derrotar os inimigos, caso contrário apenas perderá vida do Mickey. O game também está repleto de puzzles deixando o ambiente ainda mais divertido, combinando com algumas batalhas impressionantes, sem dúvidas Castle of Illusion tornou-se um dos melhores games de Mega Drive de todos os tempos.


Os mundos são dos mais variados possíveis, todos bem coloridos e cheio de vida, os olhos até começam a suar de tão lindo que ficou esse game. Os personágens ficaram perfeitos, além claro dos inimigos, desde os tocos de árvore, bolas de sorvete, soldadinhos de chumbo, tudo, mas tudo mesmo é perfeito! O background do jogo também é fantástico, foi muito bem trabalhado, todos os fundos do game são lindos demais, deixando o concorrente Super Mario no chinelo.

A trilha sonora também é fantástica, as músicas soam tão bem que não ficam enjoativas com o decorrer do jogo, enquanto aos efeitos sonoros, apesar das limitações do Mega Drive, os efeitos ficaram bem maneiros, bem diferente de outros jogos do sistema, fica meio difícil descrever quanto a isso, mas a sensação é boa rsrsrs.

O game em sí não é muito duradouro, são apenas 5 fases, em cerca de 1 hora ou menos é provável que você finalize ele, se você já manjar um pouco, até com uns 35 minutos é capaz de fechar o jogo, mas isso só vai fazê-lo ter vontade de jogar novamente! Agora quanto a dificuldade, isso sim é perfeito, é um dos games mais difíceis do Mickey Mouse, tirando o modo Easy que é uma piada, mas jogar no Hard pode se tornar uma tarefa árdua e divertida.

O game ficou tão famoso, que depois de anos, e de muita insistência dos gamers foi anunciado um Remake para o final de 2013 para PS3, Xbox 360 e PC, apesar de já estar grandinho pra experimentar jogos do Mickey, esse realmente está prometendo valer a pena. Agora confiram o gameplay desse clássico do Mega Drive:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo 52 da saga Mario Verde, falamos sobre Castle of Illusion de Mega Drive! Até mais!

Chapter #051 - Final Fantasy II

Chegamos ao capítulo 51 da saga Mario Verde, dando continuidade a uma das minhas séries favoritas, Final Fantasy! O game de hoje então é Final Fantasy II, lançado em 1988 para Nintendinho, foi portado para outras plataformas mais tarde, além de receber alguns Remakes que deixaram o jogo muito bonito. FFII não tem ligação com FFI historicamente falando, são jogos bem distintos, aliás, numericamente falando, nenhum game Final Fantasy tem ligação com outro, exceto as sequências por exemplo FFX com FFX-2, enfim, Final Fantasy II assim como seu antecessor não tinha gráficos muito bonitos embora teve uma boa melhorada, e a jogabilidade é a mesma seguindo as tendências do gênero, e a trilha sonora. bem, esta estava espetacular como sempre.



A história do game é a seguinte, os tempos de paz estavam prestes a terminar, pois o Imperador de Palamecia chamou seres do submundo para auxilia-lo em seu objetivo de conquista mundial. Quatro jovens que perderam tudo o que tinham durante a conquista do Imperador se veem de frente com seu destino e se unem a rebeldes que fugiram do reino e iniciam uma longa batalha para se vingarem e tentar retomar a sua cidade. Porém esses quatro jovens não podiam imaginar que o perigo que se espalha é muito maior do que eles poderiam imaginar.

Durante as batalhas usam-se 4 personágens, porém só 3 são personágens principais, os outros se alteram durante o decorrer da história, são eles:

Firion: Um órfão que foi adotado pelos pais de Leon, cresceu como irmão para Maria e Leon até que o império tomasse a vida de seus pais adotivos durante a conquista.

Maria: Apesar de parecer jovem e delicada, Maria mostra-se uma mulher forte que não desistirá de se vingar do império e de procurar seu irmão Leon que está desaparecido.

Guy: O bombadinho da turma, apesar de ser muito forte, ele é muito gentil e tem um coração muito puro.

São 6 os alíados:

Minwu: O sábio usuário de magia branca do reino, um homem de coração bondoso que ajuda os rebeldes, Minwu é alguém que não se importa em sacrificar-se por uma causa justa.

Josef: Um lutador experiente que encarregou-se de manter matéria prima para a construção de armas para os rebeldes, um homem que acima de tudo valoriza a sua família e a coragem.

Scott: É o príncipe de Kashuan, um homem capaz de manter sua bravura mesmo as portas da morte.

Richard: Um lendário guerreiro com uma capacidade extraordinária de luta com lança, por ser de um clã muito renomado pela sua força, foram logo eliminados pelo imperador, Richard foi o único sobrevivente pois ele não estava na cidade, estava fora em uma missão, ao retornar ele ainda não sabia exatamente o que estava acontecendo.

Leon: Irmão de Maria e Firion, ele desaparece durante a luta contra os cavaleiros negros, a partir disso, as consequências desse fato farão surgir uma mancha negra no destino de Leon, e uma dor que ele carregará até o fim da sua vida.



A história do game é tão marcante que da uma vontade tremenda de chegar ao final do jogo para descobrir o que acontece com os personágens. Basicamente foi por causa da história que Final Fantasy sagrou-se no mundo dos games, a partir desse game as histórias das suas sequencias foram sempre fantásticas. O sistema de batalhas é o mesmo de seu antecessor, aonde joga-se por turnos e podendo escolher qual ataque usar, ou magia etc.

Final Fantasy II contou com um novo estilo de aventura, aonde palavras chaves auxiliavam na busca pelos próximos locais a serem explorados, isso levou o público a ter uma maior interatividade com o game. Final Fantasy II é com certeza um dos alicerces das sequencias que surgiram no decorrer dos anos, foi um dos melhores e mais trabalhados RPG da geração do Nintendinho. Além de receber Remakes com gráficos maravilhosos e a trilha sonora toda remasterizada levando os gamers a loucura!


Confira agora o gameplay dessa obra prima:


Confira também o gameplay de um de seus remakes:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo de número 51 da saga Mario Verde, falamos sobre o segundo game de uma das séries mais consagradas do mundo dos games, Final Fantasy II de Nintendinho! Até mais!

Chapter #050 - Pac-Man


Chegamos ao capítulo de número 50 da saga Mario Verde, nada mais justo do que homenagear um dos clássicos dos games, Pac-Man, mais conhecido como "Come Come". Lançado em 1980 pela Namco, foi originalmente lançado para Arcade, mas foi portado para vários outros consoles por ter sido muito famoso na época. Os gráficos sempre foram muito simples, a jogabilidade super comum e a trilha sonora, bom, isso praticamente não existia, era só o barulho do Pac-Man comendo as pastilhas.



O objetivo é bem simples, como mostra a figura a cima, você é uma cabeça amarela com uma boca, e tem que comer todas as bolinhas, e 4 fantasminhas estão lá para atrapalha-lo, porém ao comer a bolinha grande, Pac-Man fica invencível e pode comer os fantasmas, passa de fase ao comer todas as bolinhas. O jogo, como a maioria dos games antigos era medido por pontuação de Score, se você fosse disputar com um amigo, venceria quem tivesse maior Score, e não que passasse mais fases.

O game foi muito popular na época, por ser simples demais, todas as pessoas conseguiam jogar, até meu pai que nunca foi de jogar vídeo game sabia jogar Pac-Man rsrsrsrs. Eu nunca soube quantas fases são presentes no jogo, por serem labirintos, ficava fácil fazer fases diferentes, e eram inúmeras, aparentemente infinitas. Existe um recorde mundial pertencente a um sujeito chamado Billy Mitchell aonde ele levou 6 horas para alcançar a pontuação máxima do game, que é de 3.333.360 pontos, e para isso tio Billy teve que jogar 256 fases, e detalhe, não perdeu uma única vida. (Isso não quer dizer que não possa ter mais do que 256 fases :p)

Foram várias as sequencias criadas para Pac-Man, tendo games até em 3D, também foi criado um desenho animado sobre Pac-Man. Confira agora o gameplay desse clássico:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo 50 da saga Mario Verde, falamos sobre um dos games mais clássicos de todos os tempos, Pac-Man! Até mais!

Chapter #049 - Tony Hawk's Pro Skater


Capítulo 49 da saga Mario Verde e o game de hoje é bem conhecido no mundo dos games, Tony Hawk's Pro Skater de Playstation, lançado no ano de 1999 pela Activision, contava com uma novidade, vários skatistas famosos estavam presentes no game, e o mais memorável o próprio Tony Hawk que na época era considerado um mito por ser o único a completar uma manobra complicada chamada The 900º, mas hoje em dia já são vários os skatistas que completaram a manobra, inclusive já até superaram. Mas enfim, o game Tony Hawk até pra quem não curtia skate era divertido, não era novidade esse tipo de game, mas por ter gente famosa, gráficos bonitos em 3D, jogabilidade relativamente fácil e a trilha sonora bem marcante, digamos que foi fácil o game ficar famoso e conhecido como é hoje, a prova disso são suas várias continuações em novas plataformas tendo novos games lançados até hoje.



A história do game... bom, é lógico que um jogo de skate não tem como ter história, você apenas escolhe um dos skatistas disponíveis e bora pra pista fazer as manobras mais radicais que você possa imaginar. Os cenários undergrounds e urbanos dão a sensação de que você é um skatista profissional e está se divertindo pelas nove pistas que estão presentes no game. Basicamente o que importa é fazer pontos com as mais variadas manobras possíveis, exceto em alguns modos específicos aonde fazer manobra em mais rampas e obstáculos diferentes é o que importa.

O famoso The 900º está presente como uma manobra especial de Tony Hawk! O game conta também com nomes famosos como Bob Burnquist, Chad Muska, Bucky Lasek entre outros, em jogos futuros foi acrescentado o meu favorito Bam Margera, conhecido pelo seriado Jackass. Além de skatistas famosos o game contava com um em particular que era o personagem desbloqueável do game, um policial gordo, divertido jogar com ele também. Todos os personagens além das manobras básicas, possuem seus próprios especiais, que dão uma quantia boa de pontos.

Para desbloquear novas pistas era necessário cumprir alguns objetivos, que em geral eram simples, como fazer tantos pontos, coletar fitas espalhadas pelo cenário entre outros. As pistas eram bem grandes com várias rampas, banheiras e corrimões, facilitando a execução das mais variadas e impossíveis manobras.


Os gráficos do jogo apesar de serem totalmente em 3D, não são o ponto forte do game, é tudo bem quadrado e não é algo lindo de se ver, porém os cenários são todos cheio de detalhes e alguns até inspirados em pistas reais, isso dá algum crédito ao gráfico. Bacana é a presença de sangue no jogo, quando você erra a manobra e seu skatista se esborracha no chão!

Os efeitos sonoros e a trilha sonora merecem bastante destaque, é tudo Punk Rock, tudo combina com o game, aliás esse sempre foi um ponto forte em todos os games da série Tony Hawk.


O modo multiplayer também está presente no jogo, aonde você pode rir da cara do seu amigo quando humilhar ele nos pontos, temos alguns modos diferentes como o Graffit, aonde vencê quem pintar mais rampas com a sua cor, para pintar uma rampa é só fazer uma manobra sobre ela, também é possível roubar a rampa do outro ao fazer uma manobra que vale mais pontos sobre a mesma. O modo Trick Attack vence quem fizer mais pontos. O modo Horse, aonde um por vez faz uma manobra, e quem fizer menos pontos recebe uma letra da palavra Horse, ao final quem completar a palavra primeiro é um Cavalo e perde o jogo. E o modo single player temos o modo Carrer, aonde você tem como objetivo coletar todos os itens espalhados pelas fases e tals, além dos modos sem objetivos aonde você vai lá só pra brincar.

Também é possível ajustar os pontos de habilidades dos skatistas deixando-os mais fodões, também é possível criar seu próprio personagem. Por fim, Tony Hawk's Pro Skater é um game obrigatório na coleção dos skatistas de plantão e também dos não skatistas, sem dúvidas é um dos melhores games do gênero lançados até então na época. Confiram agora o gameplay desse excelente jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo 49 da saga Mario Verde, falamos sobre Tony Hawk's Pro Skater de Playstation! Até mais!

Chapter #048 - Castlevania


Mais um capítulo da saga Mario Verde, e o game de hoje é o clássico Castlevania de Nintendinho, lançado em meados de 1987, foi portado de um sistema ainda mais antigo, Castlevania é uma das mais consagradas séries de vídeo game, tanto que até nos sistemas atuais existem games da série. Os gráficos desse game eram lindos demais, principalmente os cenários, muito bem trabalhados, a jogabilidade meio lenta porém não estraga em nada a beleza do game, e por fim a trilha sonora que é perfeita, fico imaginando como que esses asiáticos eram capazes de criar músicas tão belas em um sistema tão limitado que era esse de 8 bits, mas a respósta até que é óbvia... são asiáticos!



A  história do game é bem original e bem interessante também, desde tempos antigos a família Belmont é conhecida e temida por serem exímios caçadores de vampiros, quando em 1691 no leste da Europa Conde Drácula desperta de seu sono, já com seus planos maléficos de aplicar o golpe final na humanidade e mergulhar o mundo em uma eterna escuridão. Simon Belmont, que é o Belmont da época havia sido treinado pelos então mais fodásticos caçadores de vampiros de seus antepassados, e percebendo o despertar de Drácula partiu logo para o castelo do mal para enfrentá-lo.

Simon Belmont utiliza como arma principal um chicote "Vampire Killer", bem original um personagem principal de um game utilizar um chicote, a princípio não consigo me lembrar de outro. Enfim, o chicote master fucker é uma arma muito poderosa capaz de enfrentar as piores criaturas malignas.

Já no castelo do mal, Simon tem que passar por 6 fases diferentes e desafiadoras, enfrentando criaturas da literatura, como morcegos, medusas, Frankenstein, a morte, entre outras. As fases são cheias de penhascos com mortes imediatas, escadarias, e inimigos espalhados por todos os cantos. Além do chicote, Simon também pode utilizar armas secundárias, que são encontradas no decorrer do jogo, até água benta é utilizada como arma! Ao final de cada fase, Simon Belmont tem que enfrentar um chefe poderoso, e após as 6 fases ele se encontra com Conde Drácula, e iniciam um combate dramático em um duelo até a morte.



A jogabilidade em sí, é típica de plataforma, porém um fato curioso é de que Simon Belmont é bem lento, talvez por ele ser fodão, ou por sua armadura ser pesada, não sei, mas ele vai caminhando calmamente durante os cenários enfrentando os inimigos. Simon também pode quebrar partes do cenário com seu chicote, adquirindo itens que o auxiliam na sua jornada.

Apesar de ser um jogo curto com apenas 6 fases, Castlevania é bem desafiador, até o jogador se acostumar, pode sofrer bastante com a sua jogabilidade diferenciada, a alta quantidade de inimigos e buracos também são uma dificuldade, e o fato de a arma principal ser um chicote, até acostumar também pode ser um problema, mas o game também não é nada impossível, até eu já zerei hahaha.

Os gráficos são surpreendentes e um dos mais bonitos da geração, cenários sombrios e bem detalhados, e os sprites dos inimigos e do próprio Simon são bem trabalhados. Quanto as armas secundárias que eu já mencionei anteriormente, Simon pode utilizar adagas, machados, um cronômetro do tempo, água benta de bumerangues, cada qual com suas diferenças e vantagens sobre determinados inimigos. Mas o bom mesmo é sentar o chicote no lombo dos monstros.

Castlevania foi um jogo de tanto sucesso, que obteve várias sequencias, cada qual com suas histórias, porém sempre mantendo o foco, além das sequencias também foram criados vários Remakes dos jogos mais antigos, agradando aos fãs clássicos da série, e até mesmo os novatos que puderam conhecer sobre o game em gerações mais atuais de consoles. Confira agora o gameplay dessa clássica obra de arte:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo 48 da saga Mario Verde, falamos sobre Castlevania de Nintendinho! Até mais!

Chapter #047 - Road Rash


Capítulo 47 da saga Mario Verde e o game de hoje é beeeem nostálgico, pra quem gosta de moto então, é um prato cheio. Road Rash, lançado originalmente para Mega Drive em meados de 1991 pela Electronic Arts. Pra quem está acostumado com jogos de corrida, Road Rash pode surpreender, pois não é um simples jogo de corrida, é um jogo de corrida sem regras, aonde vale tudo, desde dar bicudas, até mesmo atropelar os rivais. Os gráficos 3D ficaram muito bonitos, os efeitos sonoros também são brilhantes, só a trilha sonora que não me agradou muito, mas também não é tão ruim.


São 5 pistas diferente e o objetivo de cada corrida lógico, é vencer os 18 pilotos rivais, durante as corridas, você ainda se depara com veículos vindo na direção oposta, tornando o desafio ainda maior. Uma coisa que realmente enche o saco são os guardas de transito que aparecem para atormentá-lo sempre que podem por excesso de velocidade, aí você ganha uma multinha e fica tudo certo. Ao vencer as 5 corridas você sobe de nível e tudo fica ainda mais difícil.

Mas a diversão fica mesmo em bicudar os seus rivais a quase 200km por hora, claro que tudo de mal que você faz contra os outros pilotos logicamente pode acontecer com você também, mas não se preocupe que seu piloto é imortal e sua moto indestrutível, a cada queda você apenas perderá um tempinho. E além de socos e bicudas também é possível utilizar algumas armas, como cassetetes e porretes, deixando o game bem mais dinâmico.

Road Rash acabou se tornando uma série muito famosa no mundo dos games, e recebeu diversos títulos a partir deste, confira agora o gameplay do jogo:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo 47 da saga Mario Verde, falamos sobre Road Rash de Mega Drive! Até mais!

Chapter #046 - Mega Man


Muito bem, capítulo 46 da saga Mario Verde e o game de hoje é um clássico dos clássicos, que obteve uma enorme franquia, o robozinho azul mais querido do mundo, Mega Man, conhecido no Japão como Rockman, teve o seu primeiro game lançado em 1987 pela Capcom, para o popular Nintentinho. Tudo bem que os americanos cagaram na hora de criar as capas da franquia do Mega Man, mas isso não diminui a mágica do game. Os gráficos não eram muito coloridos mas eram lindos, a jogabilidade era bem limitada, mas a diversão era garantida, assim como a trilha sonora que era excelente também.



A história não é nada digna de cinema, mas também não trata-se simplesmente de salvar a princesa. Em meados de 200X em um futuro distante ou não, uma dupla de cientistas nerds trabalhavam em um projeto para criar robôs humanoides para auxiliá-los em tarefas cotidianas, eram eles Dr. Thomas Light e Dr. Albert Whesker Willy (nome curioso não?). Eles criaram então 7 robôs, Mega Man, Guts Man, Cut Man, Elec Man, Ice Man, Bomb-Man e Fire-Man. Após a criação dos robôs eles foram apresentados ao público, porém apenas Dr. Light recebeu os créditos pela criação, deixando Dr. Willy frustrado e causando uma revolta nele.

Dr. Willy tomado por ódio, rouba 6 dos robôs criados, e os re-programa para destruir a cidade e causar um caos jamais visto, com o objetivo de dominar o mundo. Apenas Mega Man sobra pois era apenas um robô de limpeza doméstica, Mega Man se oferece para ser convertido em um robô de combate para eliminar as ambições de Dr. Willy, Dr. Light aceita e Mega Man parte em suas aventuras para combater os robôs que antes eram seus amigos.


Uma das características da série Mega Man é poder escolher a ordem das fases que vai jogar, não dependendo de uma sequencia, pois o fator principal é derrotar os 6 robôs chefes. Mega Man era possuidor de gráficos ainda nunca vistos, e apesar da jogabilidade simples, como andar, pular e soltar bolinhas pelo braço (sim, isso são tiros) era diversão garantida, eram 6 fases bem variadas e cada chefe possuía seus atributos característicos, apesar de serem poucas fases, não era muito fácil não.

Um fator bem interessante é que ao derrotar um robô inimigo, Mega Man absorve seu poder, e poderá utilizar a arma do mesmo, como por exemplo ao derrotar Ice Man, Mega Man poderá utilizar golpes de gelo. Ao derrotar todos os chefes, então partirá para a última fase que possui mais 4 chefes, sendo o último o próprio Dr. Willy.



Um ponto negativo do jogo é não ter como salvar o game, e também não existe nenhuma espécie de password, ou seja, terá que jogar o game inteiro pra zerar. Mas o jogo é divertido ao extremo, ao menos que você não goste de games de plataforma, ou tenha fobia de robôs azuis, você irá adorar esse game.

Um fator curioso é que em 2006 a Capcom fez um Remake de Mega Man para Playstation Portable, intitulado Mega Man: Power Up, o game é basicamente a mesma coisa, porém com gráficos muito mais lindos, e a trilha sonora também foi toda refeita.


Confiram agora o gameplay desse clássico, Mega Man:


E é isso aí pessoal, esse foi o capítulo 46 da saga Mario Verde, falamos sobre Mega Man de Nintendinho! Até mais!

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